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20 de julho de 2017

O mesmo clichê de sempre

Chegou como uma tempestade 
Sem eu imaginar, nem planejar. 
E para te ver de perto o tique taque passava bem devagar.

E mesmo sabendo que sua droga me vicia 
Nunca pensaria que escreveria
As mesmas historias clichês de amor
Ou que eu sonharia em ser a princesinha no baile de inverno com aquele garoto galanteador.

Então aos poucos você me dilacerou, você me alterou.
Você abriu minha envergadura e mesmo vendo minha loucura, me aceitou
Pois dizendo você que o amor era a cura
DROGA! Você me enfeitiçou.

E assim foi me ganhando mesmo falando a mim mesma:" Nunca se apaixone não, nunca dê seu coração".
É muito fácil dizer, difícil é não acontecer. 
E agora? Como é que consigo a sua superação?

Chegou como uma tempestade 
Sem eu imaginar, nem planejar. 
E para te ver de perto eu nunca mais vou te encontrar.

Eu te odeio, eu te odeio tanto. 
Eu te amo, eu te amo muito. 
Eu odeio te amar! 
Pois você fez um pedaço de mim fraquejar. 

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